31 de outubro de 2020

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Saiba quais produtos mais impulsionam as vendas nas lojas de conveniência 

Em um painel com convidados da Coca-Cola, Sousa Cruz e Ambev, Giselle Valdevez, sócia-diretora da consultoria Valsa, mostrou quais são as categorias que mais vendem em lojas de conveniência do país.

Quem apostou no tabaco acertou em cheio. Os maços de cigarro representam 31% do faturamento das lojas, seguidos por food service (18,2%) cervejas (16,2%) e bebidas não alcoólicas (13,7%).

O faturamento desse tipo de comércio foi de R$ 7,54 bilhões em 2018, divididos entre 8.030 lojas, com ticket médio de R$ 12,82, segundo a Plural – Associação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência. Apesar disso, em todo o Brasil, somente 20% dos postos têm lojas junto à venda de combustível.

O painel recebeu os key account managers Mauro Cardoso (Sousa Cruz); Paulo Roberto Filho (Coca-Cola) e Pedro Albuquerque Marques (Ambev). Um dos destaques, apresentado por Cardoso, foi o fato de que o comprador de tabacaria é habitual, o que faz com que ele frequente a mesma conveniência três, quatro vezes por semana. E essa compra pode puxar outras, uma vez que o consumidor está dentro da loja. “Registramos muito crescimento entre 2018 e 2019 principalmente pela diversificação do nosso portfólio – comentou Paulo Roberto Filho.

Para o mercado de cervejas, o cenário de diversificação nas prateleiras é positivo, como mostrou Marques, gerente de contas da Ambev. “Nossa percepção é que devemos crescer 7% em vendas em relação a 2018, mas em cervejas premium o crescimento deve ser de 30%. E o canal de conveniência representa 9% das vendas totais”.

Entre os participantes do painel um consenso: cada vez mais o consumidor aceita pagar um pouco mais caro, se o produto estiver no caminho de casa, ou a poucos metros de distância.

Durante o segundo dia do 14º Fórum Internacional de Postos de Serviços, Equipamentos, Lojas de Conveniência e Food Service, uma das palestras que chamou a atenção do público foi a de Cláudio Pinheiro, cientista-sênior de Dados da IBM Brasil. Ele mostrou aos presentes como a quase infinita quantidade de dados que tem sido produzida pela humanidade pode ser utilizada a favor dos negócios, se organizada de forma estruturada. É aí que a inteligência artificial pode ajudar, em forma de ferramentas como os algoritmos.

“Em 2020 a quantidade de dados produzida chegará a 1,7 MB/segundo por pessoa no planeta, e isso é muita coisa. Soma-se a isso o fato de que 80% dos indivíduos estão dispostos a compartilhar suas informações pessoais em troca de ofertas personalizadas”, disse o palestrante.

Apesar disso, os negócios continuarão a atender, necessariamente, os pontos essenciais para o consumidor. “Por exemplo, no segmento de combustíveis, a qualidade do produto continuará a ser o chamariz para o posto. Um preço muito baixo pode gerar desconfiança, a não ser que seja praticado por grandes redes. O bom produto básico é que vai desencadear outras compras”.

A loja de conveniência gera muita renda extra para o posto de combustível, mas também produz muitos custos, principalmente de energia elétrica. Que tal equilibrar essa balança?
O ideal é a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaico. Este sistema proporciona uma redução de até 95% na conta, possibilitando uma alta economia e viabiliza o investimento em outras áreas do Posto de Combustível.

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Fonte: terrabrasilambiental.com.br/

Criado: 05 Maio 2020 | Atualizado: 05 Maio 2020 

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