23 de maio de 2018

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Seja prudente.

Você sabe realizar o teste para verificar o teor de álcool na gasolina que recebe em seu estabelecimento? Saiba que é prudente efetuá-lo para garantir ao seu consumidor um combustível de boa qualidade, que esteja dentro das especificações vigentes na legislação.

Elaine Paganatto

O teste é simples e fácil de ser realizado. Porém, vale destacar que ele não detecta a adulteração por solventes, o que teria de ser feito com equipamentos sofisticados, como os que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) utiliza para verificar a qualidade dos combustíveis. No entanto, a realização deste não é menos importante.

Assim, não custa nada fazê-lo, já que a sua execução leva apenas alguns minutos. Se não sabe como, acompanhe a seguir, passo a passo, o que a Posto de Observação destaca para você:

1) Medindo o teor de álcool

Material necessário
– Uma proveta de vidro de 100 ml, com tampa esmerilhada;
– Água destilada.

Teste
– Coloque 50 ml de gasolina na proveta;
– Adicione 50 ml de água destilada;
– Chacoalhe compulsivamente a proveta e faça mais ou menos cinco movimentos de inversão;
– Deixe em repouso por cerca de três minutos, até que perceba a separação das camadas de gasolina e água;
– Anote o número que acusa o aumento da camada de água em ml, que deverá ultrapassar os 50 ml inicialmente marcados (chegando a cerca de 60 ml), já que o álcool se separou da gasolina, juntando-se a água. Esse aumento corresponderá aos 22% de álcool anidro permirtidos pela ANP. Poderá haver variação de 1% para mais ou 1% para menos.
– Obviamente, se o número marcado para a água aumentou, conseqüentemente diminuiu o registrado para a gasolina.

2) Verificando a densidade

Material necessário
– Densímetro;
– Proveta de 1 litro (1000 ml)

Teste
– Complete a proveta com gasolina a 20º C (que poderá ser verificado com termômetro);
– Coloque o densímetro dentro do líquido entre as marcas de 700º C e 750º C; Com a temperatura de 20º C você obterá o valor no densímetro aproximado de 750º C.

3) Observando aspecto e cor
– O aspecto deve ser de líquido límpido, transparente, isento de impurezas;
– A cor deverá ser considerada de acordo com o produto oferecido por sua distribuidora. Pode haver uma pequena alteração entre uma e outra marca do produto.

Notou como é simples e rápido? Se essa pequena operação lhe garante menor risco junto à fiscalização, por que não efetuá-la? Vamos lá, apanhe a proveta e mãos à obra!

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Fonte-Revista Posto de Observação – Edição 238

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