20 de julho de 2018

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Temos as melhores leis trabalhistas do mundo?

Para refletir:

Temos as melhores leis trabalhistas do mundo?

Se as leis que protegem os empregados têm o efeito esperado, veríamos ingleses migrando para a Espanha e Portugal, onde é quase impossível demitir alguém. Operários dos Estados Unidos, onde não há obrigação de aviso prévio, multa por rescisão de contrato nem férias remuneradas, atravessariam desertos a pé para chegar ao México, onde o custo médio de uma demissão é de 74 semanas de trabalho.

Mas o que vemos é o contrário: os trabalhadores fogem dos países com leis que os protegem demais. Há quase 200 mil portugueses e espanhóis trabalhando na Inglaterra, onde é muito fácil contratar e demitir. Cerca de 4 milhões de indonésios (segundo o Banco Mundial, um dos países onde é mais caro demitir) trabalham na Malásia, na Austrália e também em Cingapura, onde sequer há uma lei geral de salário mínimo.

Temos no Brasil mais de 17.200 sindicatos para proteger os trabalhadores, mas os que não querem imigrarem ilegalmente para outros países, provavelmente estão super felizes com os seus empregos e empregadores, muitas vezes trabalhando em forma análogo análogo à escravidão e ainda trabalhando sem registros.

Aonde está um possível erro nas relações trabalhistas dos países com as leis mais protecionistas? Só sei que os encargos sociais dos trabalhadores brasileiros são altos e isto quem paga é o consumidor final em forma de preço de venda de bens e serviços e, o trabalhador, não tem quase nada em troca.

Fonte  Edson Oliveira

  • (11) 99176-7062

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